Bem-vindes à talvez tradição anual desta newsletter, uma das poucas coisas que ainda funcionam por aqui. No post de hoje teremos minha humilde lista de bombas do bem de 2025, porque uma boa farofada é o que o mundo precisa. Teremos farofadas, músicas injustiçadas e algumas que são totalmente boas, mas eu não gosto muito do artista, rs. Não necessariamente são favoritas, acho importante frisar isso também.
Quem quiser dar uma passadinha nas edições passadas, os links estão aqui: 2024, 2023 e 2022. Só clicar e ser feliz (ou me julgar, ou os dois, você que sabe).
As pontuações seguem as mesmas de sempre: tem música que não entrou aqui porque ou é só ruim mesmo (porra de ADP e Cortis), ou eu não lembro que existe a ponto de reclamar, ou são simplesmente bops (se vocês não entenderam Lemon Drop do ATEEZ não é problema meu). Mais uma vez um salve para os grupos que são estão aqui porque ou já disbandaram ou não tiveram comeback (GoT, T1419, etc). Tem mais palavrões do que das outras vezes. A existência de links foi feita na base do roda a roleta, qualquer coisa só fazer uma pesquisa na internet.
No mais, teoricamente existe uma revisão de texto aqui, porém a regra dos porquês não é real e não pode me machucar, esse aviso sempre será importante. Ah, e teve aviso de tamanho de texto, então já pode abrir a versão web para ver tudo.
Bora lá.

Já deixando aqui que o Jackson nunca errou
Blackpink — Jump
Começando talvez de maneira polêmica, mas a única surpresa aqui é que o comeback do Blackpink foi bomba do bem, e não só… bomba. A essa altura do campeonato ninguém em sã consciência espera lá muitas coisas do grupo, o que ajuda na hora que a música nova vem. Quando vem. Enfim, Blinks no mapa da fome.
Sou a única pessoa que “defende” essa música em todas as rodinhas que faço parte, então é óbvio que teria espaço neste grande post cheio de opiniões que ninguém pediu. Mas enfim, Jump é uma boa música rebola raba. Ok, boa não, mas rebola raba com certeza. O instrumental é ok. Deve ser bom nas baladas da vida depois de umas três caipirinhas. É sobre isso, a tal da festinha. Mas se você, assim como eu, não faz essas coisas, dá pra rebolar na sala de casa e/ou fazendo faxina.
Uma música para se ouvir no fone que é para não gerar muitas perguntas, simplesmente uma farofadinha, né. O que ajudou muito Jump também é que não tem um daqueles dance breaks horríveis. Então ela é só uma musiquinha meio ruim e meio boa, rebolável e no tamanho certo para evitar que algo dê errado. Deu até que tudo bem nesse lançamento do Blackpink, né? Pois é.
Não tenho grandes pensamentos além do que já falei, mas não dá pra sair sem dizer que sim o link vai ser do áudio já que o MV original é todo feito com IA. Porra de IA, brother.
Lisa — Born Again
Faz mais ou menos três semanas que ouvi essa música inteira pela primeira vez. Os solos das Blackpink costumam ser melhores que as músicas do grupo, o que não quer dizer muita coisa. Depois do desastre que foi aquele lançamento lá da Jennie, e sabendo que Rockstar foi uma música que a Lisa lançou, eu obviamente não iria me torturar ouvindo mais qualquer coisa que elas lançassem, talvez só a Rosé. Porém, Born Again é uma música que toca bastante nos famigerados joguinhos de k-pop que jogo com meu irmão, e esse refrão parecia bom, mesmo que eu não botasse fé. Durante a maratona para atualizar os lançamentos do ano, passei por ela marcada no doc e pensei… bom… sempre dá pra só fechar a aba né… E adivinha qual a minha surpresa?
A música é boa. Simplesmente boa. Boa.
Não estava esperando por essa. Não tem defeitos e nem reclamações. Os sintetizadores estão uma delícia. A letra toda em inglês ajuda a ser chicletinha. As vibes estão ótimas. As três se complementam perfeitamente e o tempo para cada uma foi bem balanceado. Deve ser boa no karaokê. O MV também é bonito. Dá pra ouvir mais de uma vez sem medo. Apenas 10/10, mostrando que quando elas querem dá pra fazer música boa sim. Quem diria.
E por que essa música tão boa faz por aqui, então? Porque eu sempre duvido das Blackpink, é só por isso mesmo. Faz parte. É pra dar uma movimentada no enredo da vida, ou coisa assim. O tal do plot twist. Mas escutem sem medo que é bop.
Ah, e só pra deixar o salve registrado: a Jisoo lançou Earthquake e umas três b-sides junto e as músicas funcionam bem até, viu? Meio esquecíveis, nada muito extraordinário, mas também nenhuma surpresa nisso. Duas Blackpink no caminho do bem. Jubileu está estranho, etc etc.
LE SSERAFIM — HOT
Em 2025 as Serafinas ficaram na base das músicas levemente inofensivas (eu mal lembro de Spaghetti pra falar mal dela), mas a minha maior surpresa foi HOT ser só um bopzinho esquecível. Quero dizer, na verdade, a maior surpresa mesmo foi o fato delas terem mandado uma das maiores b-sides do ano neste mesmo mini álbum, mas enfim. Detalhes.
Eu 100% não lembro que HOT existe, mas esse é outro comeback que também aparece bastante nos joguinhos de k-pop do youtube, então tal qual a música da Lisa que só parei para ouvir inteira recentemente, fiquei oh… boazinha, caras… bacana. Realmente o sorteio de música ruim foi pro Katseye lá na empresa.
Não sei dizer se o fato da música não chegar nem nos dois minutos e meio ajuda ou piora a existência dela. Por um lado, ser mais curta impediu que qualquer coisa desconcertante acontecesse como um dance break estranho ou coisa assim. Já por outro lado, ser curta rouba parte da experiência de uma ponte e clímax, o que provavelmente ajuda o fator esquecível de Hot. Então, né, fica ai ponto de interrogação. Ser ou não ser, eis a questão.
Minha única reclamação mesmo é o tamanho das roupas que elas usam, impossível que não tenha roupa mais comprida na Hybe, sabe? Mas enfim. Música inofensiva do bem, grandes vibes, dá pra aproveitar enquanto toca. E um beijo pra Ash que é a maior música da carreira delas (que talvez apareça no post de retrospectiva do ano se eu tiver vergonha na cara!).
BabyMonster — Psycho
Aaah, Psycho. Quase o gif do pato fumante. Também foi culpa dos joguinhos de k-pop já que aparentemente a galera conhece o total de 4 grupos, então a quantidade de vezes que tenho que ouvir Baemon pelas coisas é considerável. Entretanto, foi assim que parei em Psycho, porque o refrão né… Que refrão bom.
O que é péssimo, pois depois de me convencer a dar play nessa música ela começa daquele jeito e eu quase desisti bem ali, depois de 4 segundos só. Mas eu sabia do refrão, então precisava ver quais partes eram ruins. O lado bom é que foi só as partes dos raps. O lado ruim é que a música começa com um desses raps, e o segundo — que é um levemente menos pior que o rap inicial — vem logo depois do primeiro refrão. As outras partes da música? Boas. Então foi literalmente uma construção de péssimo-bom-ruim-bom-bom. O refrão é mesmo o ápice da música, mas se não fossem os raps seria 10/10.
Pensando agora que essa reclamação é meio engraçada considerando que… bem… essa música é a coisa mais Porcelain Black no k-pop deste Tomboy do i-dle. Ai ai, né. Enfim. A maior diferença entre as duas músicas é que enquanto Tomboy fez o que fez, Psycho é uma música da Porcelain Black versão Monster High. Quase um Calling All The Monsters que se encontra com Take a Hint (esse sem o quase).
Ou seja: 10/10. Menos pelo rap. Mas 10/10. Você quer algo mais Monster High que a Ahyeon com as orelhinhas de gato e aquele cabelo? Já tava tudo ali! Esse throwback divertido foi muito bom. Menos pelo rap. Eu tô muito desgostosa com o rap, galera. Mas se ignorar isso é uma música boa. Chiclete, sonoridade anos 2000 com pitada de cantores da Disney e divertidinha. É isso. A gente quase teve tudo, mas o importante é que a maior parte da música funcionou!
TXT — Beautiful Strangers
Depois de um comeback meia boca (Love Language), o TXT voltou para a fórmula que me faz reclamar deles neste post que é: refrão muito bom, resto da música ok. Tal qual Deja vu e Over The Moon, provavelmente daqui uns meses estarei totalmente acostumada com essa estrutura e comece a achar a música melhor (como foi com Over The Moon), mas até lá… É.
O refrão de Beautiful Strangers é meio mágico, o que faz sentido com a narrativa do MV de qualquer que seja a lore deles que desisti de seguir e entender faz um tempo. Acho que algo no instrumental das estrofes poderia ter acompanhado essa energia, mas não aconteceu, então mais uma vez tudo que lembro da música é o refrão. Deve ser boa pra karaokê igual Deja Vu (fui no aniversário da minha amiga e cantaram essa, tenho local de fala sobre o gieokae, ngl).
Bonitinha, bom refrão e esquecível. Não tenho muito mais a acrescentar.
Mingyu — Shake It Off & S.Coups — Jungle
Fiquei com preguiça de separar as duas músicas, então é isso.
O Happy Burstday do Seventeen foi um mini momento, e se você não entendeu Thunder este erro é seu. Uma das músicas verdadeiramente questionáveis desse álbum é dele: Mingyu. Parte de mim não está surpresa que ele lançou uma música bagaceira, mas não sei se eu estava realmente esperando uma música de balada gay farofeira.
Eu vivo ouvindo só umas 3 músicas desse álbum (mesmo que eu goste de praticamente metade dele, as outras não são Gemini do Jun, então né, oops) e essa não é realmente uma delas, então talvez falte o fator estimação, mas isso também falta para praticamente todas as músicas deste post. O importante é que temos essa música de balada gay que deve ser muito boa quando se está com álcool no sangue e rodeado de luzes piscantes. Se alguém for na balada e conseguir tocar essa, me avisa como foi. Para quem não sai de casa, não se preocupe, você pode fazer igual o próprio Mingyu e pensar que está em uma passarela de desfile dentro de casa e depois meter um pouco de tutting na coreografia. Não se esqueça de rebolar a raba. É meio que isso que a galera faz no stage oficial.
Sempre podemos contar com a rap line pra mandar uma bagaceira. E a dele nem foi a mais farofeira, porque aí acho que quem leva o troféu é o S.Coups.
Acho que menino Cheol sentiu falta da batidinha de Fire e mandou algo que lembrava (não sei porque me faz pensar em Fire, mas enfim). Não culpo o querido, mas Jungle é engraçada porque ela é farofa de um jeito questionável que te faz ficar “ainda bem que ele é gostoso”. Com todo respeito, claro (com respeito, By!). Dei altas risadas com essa música bomba do bem engraçadinha pra se sentir gostoso na balada. Eles meio que se importam com a gente.
Talvez as duas músicas sejam só ruins mesmo e eu siga na minha fase lua de mel com o Seventeen, mas o importante é que dei risada e aproveitei o momento. Obrigada por tudo, Seventeen e aos grandes gostosos do Mingyu e do S.Coups (inclusive, engraçado que a música de balada gay foi do Mingyu e não do bi king do Cheol, mas enfim).
aespa — Rich Man
Me senti o meme do Pica-Pau dizendo “Fui tapeado!” com o uso levemente modificado da icônica frase da Cher, então vou começar as reclamações dizendo que queria… mais. Talvez não necessariamente mais, talvez só outra coisa inteiramente, mas algo que valesse realmente uma quote tão boazuda quanto a utilizada.
Rich Man não é ruim, mas também não é boa. É uma música tanto faz, o que não ajudou muito as vespinhas em 2025 já que o comeback anterior, Dirty Work, também teve seus bons momentos que não foram suficientes para fazer o lançamento não ser nada mais que existente. Então né… Sei lá. Talvez o fato de que Whiplash vive quase diariamente na minha playlist tenha interferido diretamente na opinião, mas eu provavelmente diria o mesmo sem estar levemente viciada em outras músicas delas. Existe a possibilidade de eu gostar mais de Rich Man daqui um tempo, se voltar para ouvir ou caso o próximo comeback siga não ajudando as queridas, ou que simplesmente aconteça o efeito Weki Meki (onde eu gosto de uma música só quando o grupo faz outro comeback). Quem sabe, não é mesmo?
Enfim, meio que uma música lançada. Se acabar aparecendo nos algoritmos da vida, dá pra deixar tocando. O mini também não se destacou muito para mim além de duas b-sides que dificilmente voltarei para ouvir. Eu não lembro de muita coisa desse ano, então deixarei em suspenso se o problema sou eu ou as músicas, ou ambos.
No mais, a Ningning estava lindíssima. Todas estavam, mas ela se destacou mais. Um beijo Ningning.
The Boyz — Stylish
Intankável como eles comeram o pão que o diabo amassou ano passado, os pobi. TBZ gente como a gente que faz plano de ano novo e o universo decide puxar o tapete, enrolar a gente nele e depois jogar no rio.
No primeiro comeback pós chute de integrante, com toda a zona que tava acontecendo, não sei se estava esperando uma música muito boa para apaziguar os fãs ou só uma música que existe pra mostrar que apesar de tudo o grupo continuaria. Não apostava em uma música ruinzinha dessa, mas bom… Não chego a estar surpresa também. Sem beber da fonte de Maverick, Stylish meio que é uma música que existe e que você se acostuma depois de um tempo, e ai dá para ouvir.
Tem pontos positivos como os rap-ish e tons baixos do Jacob, Q e Younghoon. O Eric tá se achando a vadia mais gostosa do calçadão, e talvez ele seja mesmo (para mim é uma criança ainda). O Juyeon segue na sofrência de distribuição de linhas, mas ele aparece, então vitórias. A passagem ali nos registros mais baixos da vocal line também foi interessante. Porém, tudo foi completamente mal utilizado. O que é triste. E o resto… sei lá, existe.
Não costumo voltar para essa música e admito que, em geral, o TBZ passou bem batido para mim nesse ano. Mas eles são uns queridos e merecem mais, então ficaremos na torcida por músicas e momento melhores em 2026.
Jackson Wang — GBAD
Antes de tudo queria começar dizendo que foi literalmente hoje (madrugada do dia 15) que percebi o uso de IA nos últimos segundos do MV. Eu costumo ouvir a versão de áudio que evita as pausas e efeitos sonoros ocasionais do vídeo, além de geralmente estar mexendo em outra aba, então duas coisas sobre isso:
Porra Jackson, não fode.
Deem uma pausa em alguma parte do MV que atrapalha a contar a visualização, é o que eu costumo fazer.
O MV vai ficar porque ele é um mini momento que também tenho pensamentos, mas lembrem de dar o pause. O áudio da música tá aqui.
Enfim. Life is great! Just gotta be a dick sometimes. Acredito que você tem tudo o que precisa saber sobre essa música quando escuta o icônico INCOMIIIIIIIIING do Dem Jointz no começo. GBAD é apenas… uma grande vibe. Entendo quem não goste dela, eu nem acho ela ruim sendo sincera, mas ela é claramente um momento então decidi dar espaço neste post pra querida. Meio “porque que liberaram isso” e meio “ainda bem que liberaram isso”. Não tenho grandes pensamentos sobre, talvez eu simplesmente goste dela pela projeção, não descarto essa possibilidade.
Com vibes e tudo mais, o Jackson deixou bem claro no Magic Man 2 (que eu adorei, inclusive, tá na minha listinha de álbuns faves do ano) que apunhalaram ele pelas costas e isso fodeu ele bonito, e o MM2 serviu de escape emocional para isso e para toda sua jornada de cura. Um beijo, meu querido, it do be like that. GBAD é pra nós people pleasers, pessoas que precisam sempre agradar todo mundo, porque todo mundo tem que estar bem e confortável, mesmo que isso seja as nossas custas! É uma bosta, mas cada um cuida do seu mecanismo nocivo como dá, não é mesmo? Em algum ponto a gente chega na fase dessa música, que é o famigerado momento cansamos do lugar de utilidade e não de afeto para o outro e começa a tentar impor alguns limites aqui e ali pra manter o relacionamento sem ser algo tão pesado (isso nas amizades é pior que no romântico, ngl). E é ai que a gente vira o filho da puta do rolê, o vilão da história. A villain era na nossa vida é simplesmente aprender a dizer não na maioria das vezes, pois é.
Quando ele diz “Done this done that for love as a favor / It’s never enough cause they got used to the flavor / The puzzle came with many layers too many players / When shit goes down they still want you to be their savior”, sabe? Yeah. Vontade de abraçar meu mano e abrir uma cerveja com ele. Bom, uma caipirinha ou uma Ice já que eu não tomo cerveja, mas enfim. Só quem já passou por isso sabe como é agridoce a sensação de perda e libertação. A grande lição da vida de que a gente precisa aprender a se respeitar, porque não adianta se esgotar por outra pessoa.
Enfim, projeções a parte… grandes vibes. Sobre o MV, eu gostei muito do jeito engraçado e viagem na maionese que ele apresentou essa situação de ser continuamente tapeado pelos outros e de como o cansaço vai se acumulando até a chavinha finalmente virar. Tudo isso com humanos polvos do mal — ele criou muitos problemas com polvos durante todo o MM2, namoral — sarradas poderosas (literalmente) e cores muito bonitas, o MV poderia fácil ser 10/10 se não fosse essa bosta de IA nos segundos finais JACKSON PORQUEEEEEEEEEEEEEEEEE.
GBAD apenas um grande bop estranho e sentimental. Achei do balacobaco. Ele se importa muito comigo.
Salves:
Stray Kids — Ceremony
Tão esquecível e tanto faz que virou inofensiva, acho. Passável, Do It é infinitamente melhor, mas Ceremony é boa para piadinhas de cama cama cama cama e no karaokê.
Super Junior — Express Mode
Infelizmente os velhotes não perderam o jeito de fazer música, então é isso. Meio chicletenta, mas também esquecível. Sentimentos conflitantes, mas é aquele tipo de música que você esquece que existe e quando lembra fica puxa, bacana. Repete o ciclo. Etc, etc, etc.
ENHYPEN — Bad Desire (With or Without You)
Essa música é apenas uma junção de Mirrors do Justin Timberlake com As Long As You Love Me do Justin Bieber, e quando eu tinha sei lá que idade quando essas músicas saíram, eu gostava delas. Então esse é o meu grande comentário. Talvez meio esquecível, mas não vou atrás do Enhypen de maneira ativa para ouvir, então é, sei lá. Me deixou com a música do Bieber na cabeça por uma semana depois, tho.
Baby DONT Cry — F Girl
Se eu quisesse ouvir o i-dle, simplesmente teria ido atrás do i-dle. Não é de todo ruim, mas não é algo que irei atrás para ouvir além de só bater ponto na lista de lançamento.
i-dle — Good Thing / Girlfriend
Falando no i-dle, requentando os próprios nachos pra ver se dá algo e, bom, sei lá. Coloquem a produção principal nas mãos da Yuqi que aí sim vai dar bom. A b-side dela é a melhor desse mini álbum, mas fica ai o salve pra música que a Minnie produziu também.
Miyeon — Say My Name
Ainda no mundinho i-dle, eu me deixei iludir quando a Miyeon lançou Reno de pré-release, porque Reno foi bem interessante. Já o resto do mini………………
Krystal Jung — Solitary
Eu tenho certeza que ela só lançou essa música para o povo parar de perturbar ela. Música sem sal, sem graça, sem vontade de viver. Mas ela estava lindíssima.
izna — Mamma Mia
Só tenho uma pergunta e é por que.
KATSEYE — Gnarly / Gabriela
O maior crime que elas fizeram foi meter aquele refrão sem graça (mais sobre hands up gabriela do que a segunda parte do refrão/pós refrão) numa música com o meu nome que tinha tudo pra dar certo!!!! De Gnarly só quero comentar que a paródia BR de “nossa, que lacre” é melhor que a original, mas o instrumental do Mortal Kombat é 10/10. Mas porra de Gnarly.
Hoshi — Fallen Superstar (eng)
Só tenho uma pergunta e é por que, parte 2. É uma música que foi lançada e eu queria que ela fosse boa igual Damage.
KickFlp — Mama Said / FREEZE
Achei incrível como só gostei de verdade de uma b-side deles, mas mesmo assim todas as b-sides são melhores que as músicas título, então quem sabe eles melhorem mais pra frente.
Bae Jinyoung — Round&Round
Mermão, sair do CIX pra meter essa música tanto faz (e os outros probleminhas de styling que teve né)? Não fode, Baejin.
ILLIT — NOT CUTE ANYMORE
O instrumental é bacana e a vontade de descobrir o que ele me lembra é o que me faz voltar para ela. Mas, em geral, não é ruim. Mas também não é boa. Mais um go girl, give us nothing delas. E é isso. (Só pra atualizar que descobri o que me lembra: The Tide Is High da Blondie, mas na internet falaram de Stars Are Blind, então um salve pra essa volta no tempo aqui).
tripleS – Are You Alive
Mais uma música que não é Ruim, porém passei boa parte dela pensando que parecia o comeback anterior delas. Não sei se os lalalalala vão aguentar por muito mais tempo, mas sei lá também. Só sei que nada sei.
Mark Lee — 1999
Essa tá aqui só porque quero falar em algum lugar que achei o álbum dele sem graça. 1999 não muda vidas, mas ela é bacana e legalzinha de ouvir, então tá tudo bem, mas fora ela tem Franktsiya de bopzão (que saiu em dez/24, inclusive) e umas duas? três? outras b-sides. Passou bem batido, só anotei essas b-sides porque tive que voltar pro álbum umas três vezes pra não ficar viajando enquanto ouvia porque nada me prendia.
