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Músicas ruins de estimação de 2024

Bem-vindes a mais uma edição deste grande post onde vocês descobrem minhas bombas musicais favoritas do ano, porque uma boa farofada é o que o mundo precisa. Pra quem quiser ver as seleções de 2023 e 2022, só clicar nos hyperlinks ai. 2024 foi meio que um ano de bops esquecíveis, então não é minha maior lista. Porém eu também não ouvi a maioria dos lançamentos entre Julho e Novembro então… oopsie.
É aquela mesma conversa: tem música que não entrou aqui porque é só ruim mesmo, ou eu não lembro que existe a ponto de reclamar disso, ou são simplesmente bops (se vocês não entenderam Ice On My Teeth do ATEEZ não é problema meu). Também tem gente que não tá aqui porque não teve comeback (um beijo pro nosso eterno GoT), e… sei lá. Desaprendi a fazer introdução de postzinho e tudo aqui é meio que auto-explicativo. AH! Não tem NCT nessa lista, pois praticamente tudo que lançaram este ano foi 10/10. Quem poderia entrar é Smoothie do Dream, mas ela é só ruim mesmo, mas tem b-side (boa de verdade) deles no meu ranking de músicas do NCT. Algumas outras músicas na fé vem no post de retrospectiva que vem ai em algum momento quando eu terminar de ouvir as coisas de 2024, rs.
Teoricamente existe uma revisão de texto aqui, mas a regra dos porquês não é real e ela não pode me machucar, deixando isso aqui avisado para todos os posts que eu acabar fazendo, viu? E seguimos sem link para os salves por motivos de força maior (preguiça)

ITZY — Born To Be
Comentei sobre essa música no post de 2023, e então muito ironicamente levou provavelmente umas duas semanas para estar ouvindo Born To Be mais de uma vez ao dia e defendendo a querida. Faz parte. Acho que me faltava tempo pra assentar, ela provavelmente é dessas músicas que você só entende depois e eu que não sabia disso antes.
O pré-refrão é a melhor parte da música pra mim e a coreografia só aumenta isso. Inclusive, acho que se não fosse a coreografia eu não teria dado uma nova chance tão rápido. Que coreografia boa. Uma coreografia formosa. Dinâmica, uma utilização incrível da quantidade de dançarinos junto das meninas, tem efeito cascata, tem mãozinhas rápidas, tem chutão pro ar… Ai, incrível. O ITZY costuma ser muito bom em coreografia mesmo, então nem é realmente uma surpresa, mas nesse caso em particular é o ponto principal que impulsiona a música.
Acho que não tenho tantas opiniões sobre a parte musical, mas depois que seu cérebro se acostuma com o que acontece dá para aproveitar perfeitamente enquanto tenta fazer parte da dança na sala de casa. Gosto muito dos vocais das gatinhas aqui, as partes mais “gritadas” também funcionam bem e, sei lá, foi bom. Levemente questionável também, eu sou defensora de instrumental batedor de panela na maior parte das vezes. E nem é tão bateção de panela, né? Enfim. É bem alto, mas faz parte do conceito. Inclusive, acho que o fato que elas venderam bem essa energia da música ajudou a diferenciar o produto no final. Muitos conceitos girl crush de minas badass e afins, poucos que acreditam e vendem a própria música como se precisa. Um salve, ITZY.
“Ah Cambs, mas essa é ruim!”. Ruim é Mr. Vampire. “Ah, mas tem Gold”. Gold é boa, uma música inofensiva da Missy Elliot, vocês que estão errados.
SEVENTEEN — Maestro
Considerando que 2024 foi o meu ano mais caratdeul das ideias, alguém está surpreso com essa aqui? Talvez quem não teve que me aguentar falando de Spell todo dia. Enfim. Ainda fico meio errr com esse vídeo porque teve uso de AI no teaser mesmo que o conceito seja meter pau na AI, então na verdade vou sempre pra versão de coreografia que também pula as pausas do MV. Pau no cu de AI. Porém, até onde sei não tem uso dessa bosta no MV, então vamos com ele, principalmente porque aqui tem aquela grande sequência do Wonwoo, e eu sou só uma cadelinha, então é isso que temos pra hoje, meus amores. Também tem um pouco mais de Jun, o que deve dar o total de 5 segundos, então vamos aproveitar.
Não sei exatamente quanto tempo levei pra começar a defender, porque quando saiu achei uma farofa, mas que não necessariamente tinha me conquistado. No começo considerei na trave, mas com chance de crescer, tinha gostado da batida do dance break e meio que foi isso… Assim, não é darumdarimda, então não tinha muito o que fazer. Nem todos podem ser darumdarimda e tá tudo bem, então Maestro existiu por um momento. Meu irmão gostou, então eu ouvia ocasionalmente por causa dele, até que parei nesse shorts aqui do Hoshi com os coreógrafos e foi aqui que me vi convencida que Maestro é uma boa música ruim.
Eu sigo gostando da batida do dance break, o pré-refrão é bom e as mudanças de ritmo (tipo o refrão mais “devagar” que outras partes como o rap) até que funcionam… talvez depois de um tempo, não sei. Nossas Marias Gritadeiras fazem o que tem que fazer, os JunHao serviram nas poucas linhas que tiveram, e o Joshua naquele último refrão… woof. Maestro vai chegando de mansinho na sua playlist mesmo sendo essa barulheira toda e quando você vê… boom. Pelo menos foi assim comigo, mas obviamente o fato de eu estar completamente lelé da cuca com Spell deu uma ajuda extra para todas as músicas do SVT esse ano, então deixarei esta observação.
Em partes, Lalali da Hip Hop Unit poderia entrar aqui, mas dei prioridade para Maestro porque não acho Lalali tão bagaceira assim… Não sei. Enfim, referência à Calypso e a grande frase “hot ttegugeatteugea hot not tteokbokki”? Cinema poético. O Wonwoo estava PUTO nessa gravação, o Mingyu sabe o que tem que fazer, o S.Coups um grande gostoso e o Vernon icônico (NINGUÉM mandaria hot not tteokbokki tão perfeitamente como ele) acho difícil não se convencer a ouvir essa farofada pelo menos mais uma vez.
Por fim, queria só mandar um salve pro comeback mais recente do grupo que é Love, Money, Fame. Ela não é ruim, mas acho ela muito bop esquecível… Ou talvez seja porque a performance unit me pegou pelo pescoço de novo (eu crente que ia acalmar com Spell e ai eles mandam Rain com aquele synthwave kkkkkkkkk), mas o fato é que quando ela toca em algum lugar é bom, você tá ali sente a vibezinha, dá uma dançadinha. Mas quando ela acaba e vem outra música esqueço rápido de LMF. Mas um salve pra ela. O Jun estava lindíssimo aqui. A sandália de Jesus do Wonwoo me quebra. O Joshua, né. E a viadagem presente nessa storyline (e neles)(falando em viadagem, um salve pro MV de Eyes on You).
O texto de svt enorme, meu pai.
BOYNEXTDOOR — Dangerous
Não tem o P1Harmony aqui porque esse ano os queridos só lançaram coisa boa (Sad Song apenas um hino), mas temos o Piwon do Walmart, que é o BOYNEXTDOOR. Talvez esse seja um comentário meio maldoso, mas foi literalmente meu primeiro pensamento quando ouvi essa música. Enfim, tenho quase nada contra o grupo em si, mesmo não esquecendo que fui enganada pelo refrão de One and Only, e os membros são uns queridos, mas eu tenho uma leve preguicinha pra acompanhar eles meio que tal qual o &TEAM. Também acho que os pobi são retidos pela empresa que estão (vocês sabem que não é a KOZ de quem eu tô falando, lmao).
ENFIM. O ano muda, mas a quantidade absurda de “enfim” em um post não. Eu vejo o piwon lançando uma música dessa, e a leve vibe de Block B aqui é inegável, então essa é a minha explicação. Seguindo, divertidíssima, 10/10. Gente nova fazendo música sobre coisa de gente nova, quem nunca comemorou ficar sozinho em casa e ficou acordado até mais tarde e torcer pros pais não perceberem, não é mesmo? Sei que tem gente que não compartilhou isso, mas vamos fingir ai pelo tom de brincadeira.
Me pegou de surpresa essa música ser tão boa, então acho que eles começaram a fazer música que dá certo (sim eu não supero as primeiras músicas deles, não sou obrigada). Dangerous funciona do começo ao fim e é graças a essa energia de paródia bem empregada, o uso do “please don’t tell my mom and daddy” foi pensado pra ser chiclete e acaba grudando mesmo, e o toquezinho do instrumental também fica na cabeça. Ela é curtinha, o que às vezes me irrita, mas é uma grande arma pro tal do botão de repeat, o que no fim das contas fica a favor deles. Bom equilíbrio entre rap, vocal e as partes vocais que são mais puxadas para fala do que um canto, propriamente dito. Enfim, apenas 10/10.
Abraçando eles por esta diversão honesta, mas não garanto minha presença em outros comebacks (mas os meninos são engraçadíssimos, um salve pro Jaehyun). (e deixem eles em paz, tão pegando no pé das criança por nada)
(inclusive como que pode o Jaehyun do NCT ter dois nomes porque não tinha hangul pra Jaehyun sendo que tem mil Jaehyuns por ai??? eu caí no conto da carrocinha de nctzen??? é stage name pro yunoh?? america explain!!)
BADVILLAIN — BADVILLAIN
Por alguns minutos considerei só mandar um salve pra essa música, mas percebi que tenho coisa pra falar, então cá estamos. Começando pelas coisas positivas, esse instrumental carregado pelas cordas e pelo piano, com aquela pitadinha de funk, é ótimo. Foi o que me fez voltar, na verdade, todo mundo sabe que eu sou facilmente vendida para instrumentais de corda. Inclusive, não sei se foi proposital, mas o uso desses violinos não apenas deu um leve frescor nesse conceito de girl crush misturado com “dark”, mas também se utilizou de um “motif” de vilões em artes como o teatro musical, onde o time antagonista costuma ter instrumental de cordas (e geralmente em tom menor, o que eu já não sei se é o caso aqui que entendo nada sobre isso, rs) (e acho que traduzi minor key errado que tá muito literalmente, mas é isso ai).
O instrumental me parece mais coeso entre si, as integrantes conseguem sustentar essa atitude chute na cara e a coreografia é boa. A parte final da música é onde acontece a explosão de tudo, tem uma mudança ainda coesa no ritmo, e elas fizeram um la la la que beira ao creepy………… Que eu queria ter gostado mais, porém gastaram os la la la pela música toda. Meio que fica como qualquer outra música de girl crush chutadora de caras e portas, o que, sei lá, bom pra elas? Mas é um grande chute na trave do gol. Perde parte do brilho, e elas tinham bastante material pra não ser só um bateu na trave.
Esse negócio de villain e badvillain também me soa meio???? dependendo do dia, e é quase a mesma sensação de boy group menor de idade dizendo que vai fazer e acontecer e meu único impulso é querer dar uma pista de Hot Wheels pra ir brincar. O que não faz sentido porque, se não me engano, só uma delas fez 18 anos depois do debut do grupo e todo mundo tá dos 20 pra cima. Ou talvez eu só esteja cansada desse eu sou malvadinha :3, então, sei lá, peguem uma pista de Hot Wheels pra brincar também. Não fica tããããão ruim porque elas conseguem sustentar essa imagem, mas o conceito já tá esvaziadinho, né? Funcionou pra Born To Be porque tem um refrão melhorzinho, então vai que o lance é fazer refrão bacana né……………………………………….
ENFIM. A BPM demorou uns três comebacks pra dar música boa de verdade pras VIVIZ, e BADVILLAIN já lançou mais umas duas músicas (Zoom e Hurricane, e Zoom eu acho uma junção de na trave + esquecível (Hurricane é uma música que foi lançada)), então quem sabe o próximo comeback #VemAi.
Stray Kids — Chk Chk Boom
Óia os queridos do SKZ aqui de novo! Dessa vez eles não me fizeram passar nervoso igual S-Class, o que já é um grande progresso! Não entrarei no mérito de Deadpool no MV e etc etc (eu vi o filme e me diverti, então meio que é isso, yolo), mas indo pro que interessa que é a música em si: um grande bop esquecível.
Demorei muito pra entender essa, embora não sei se realmente a entendo, mas agora eu lembro que ela existe. Acredito que foi por causa de uma propaganda aleatória de um joguinho de piano com k-pop que ficou aparecendo umas 3 vezes por dia no youtube que tocava a parte bem putífera do BangChan em sua era Monsta X “filling up my truck yeah you want that riiiiiiiiiide (boom) hit you like a truck I’mma make you flyyyyyy”. Em algum momento me vi compelida a ir ouvir a música toda e oooooh ela até que é boa, né?
Tem o clássico uso pontual de um espanhol aleatório (o Lobos me quebra sempre) quando se tem um ritmo mais latinizado, mas gostei do resultado final. Acho que tem uma dúvida se era pra ser algo sexy sem ser vulgar, ou algo mais “chora haters eu sou foda”, mas meio que acabou sendo os dois quase que acidentalmente? Não sei, eu não entendi muito bem essa parte. Mas tá tudo bem, o importante é que Chk Chk Boom é boa, mas sou incapaz de lembrar dela por muito tempo, e é por isso que eles estão aqui, porque embora bops esquecíveis não sejam farofadas e bombas do bem, acho ruim quando você não consegue lembrar da música.
O refrão te dá vontade de rebolar e eu não detesto o rap do Changbin na segunda estrofe, mesmo que às vezes eu ache meio desnecessário as puxadas de língua, mas se você consegue fazer tal coisa tem que se amostrar mesmo. Gostei da diferença entre o Bangchan e o Seungmin cantando a frase Monsta X da música (filling up my truck etc etc). Inclusive, CCB não bate os 3min de duração e fico dividida entre “poderia ter pelo menos uma ponte vocal aqui” x “foi a escolha mais segura pra não cagar a música”. Queria dizer que o boom boom chk chk boom é chiclete, mas mesmo que dê uma grudadinha na hora, isso não dura muito então errrr, sei lá.
Meus últimos salves são para a coreografia, que é bacana, e pro Felix que tá maravilhoso aqui, meu pitico lindo. O Lino também está lindíssimo, e eu preciso dizer que por alguns momentos confundi ele com o Changbin no Dance Practice porque não lembrava dele estar tão largo assim?? Mas pop off, meu querido. Uma grande gostosa.
Os outros dois comebacks deles foram bem ok? Giant tem um bom álbum, mas a música em si achei ok, não lembro muito dela e Walkin’ on Water também meio que só… existe. Então é isso ai, eles têm b-sides boas nesses álbuns, então se alguém for ouvir, não deixem de ouvir os álbuns.
STAYC — Cheeky Icy Thang
Pra ser sincera eu quase não escuto essa, então teoricamente não chega a ser de estimação, mas precisei colocar essa e a próxima música nessa lista só pra dizer que são músicas inofensivas.
O StayC meio que tá ocupando o espaço deixado pelo Weki Meki no meu cérebro, então eu meio que acabo gostando de um comeback delas só quando já tem outra música. Adicione isso com o fato que acho elas muito roda a roleta na questão de titles, e o resultado é que eu simplesmente não vou muito Lá, mas escuto tudo que sai, eventualmente. Dito isso, a minha timeline estava dividida entre gostar e desgostar desta música, e eu apenas observava o povo que não gostou tecendo grandes comentários.
Então, fui ouvir e… gente, cês tão bem? É uma música inofensiva! Normalzinha! Não é a melhor delas (ai seria So Bad mesmo) e nem a melhor do ano, mas ela é só… uma música que foi lançada, sem nada demais. Sigo confusa. Ouvi ela mais vezes do que o esperado simplesmente pela pitada de música country que existe aqui e me deixou com um grande ponto de interrogação. Mas é isso ai. É só uma música normal!
Acho ela meio divertidinha com essa pose de última bolacha do pacote que elas fazem funcionar. O refrão simples foi feito para ser chiclete, mas pra mim tem o mesmo efeito de Chk Chk Boom: não lembro o bastante da música pra grudar de verdade. As meninas estavam lindíssimas e a coreografia tem momentos bem dinâmicos, então fica o salve ai.
A.C.E — PINATA
Essa aqui é outra música que é completamente inofensiva que até agora não entendi o auê que o povo fez, mas considerando que grande parte disso vem de girl group stan, não sei se estou realmente surpresa. Tenho nada contra gg stan, até tenho amigos que são, mas pense num povo chato (igual bg stan, rs). Inclusive os fãs do Enhypen querendo os cinco minutos de fama em cima do conceito puxado ao vampirismo de Pinata, aaaaaah galeraaaaaaa, vocês tem as próprias músicas questionáveis pra se preocupar, faz favor.
ENFIM, sem reclamar mais de fandom antes que eu fique aqui o dia inteiro: uma música normal. Claro que ela é bem… existente. É longe de ser um dos melhores lançamentos do A.C.E, e o fato deles terem mandado uma Intro tão maravilhosa quanto Recuerda, Recuerda que usa nada menos que Lacrimosa não ajudou eles. Mas a Beat Ent. está numa sequência de Escolhas deste o ano passado, então queria estar surpresa mais uma vez. Dito isso, será que a galera resolveu seguir o trem de cair em cima dessa porque eles fizeram uma música melhor que muitos outros grupos que vêm tentando por mais tempo e são mais famosos? Porque, sabe, nem fora da casinha ela é.
Talvez eu esteja mais acostumada com esse tipo de refrão depois de tanto tempo ouvindo NCT, mas o refrão é bem de boa? Vocês são fracos, falta ódio. A música toda se conversa, o refrão não é uma surpresa se você realmente escuta a música do começo. A distorção de sintetizador já vem desde o começo, ele sai só pro pré-refrão que vai pra algo mais “etéreo” antes de voltar. É realmente tão normal, e obviamente não quero dizer que não ser novidade faz ela ser ótima, mas galera… sabe… Melhorem.
Enfim, o A.C.E deu uma servida de novo sim e estavam lindíssimos durante esse momento. Tudo de bom pros meus queridos, e escutar o ao vivo do It’s Live dá uma melhorada na música. Falta um ao vivo de show e quem sabe eles voltam logo pro Brasil, né? Saudades já, um beijo A.C.E.
TXT — Déjà vu
Depois de tanto reclamar de refrão, eu vim aqui mudar o disco pra dizer que o motivo de Deja Vu do TXT ser boa é só pelo refrão.
Assim, a música em si é bem ok, mas o refrão é tão bom que vale pelo resto todo dela. E é isso que me deixou meio meh com esse comeback deles. TXT não é minha prioridade, tanto que tem coisa de 2023 deles que não ouvi ainda (e nem sei se vou, rs), mas todo joguinho de k-pop que via com meu irmão tinha essa música, e sempre o refrão e isso me deixou curiosa pra ir ouvir e ai… As estrofes são existentes, mas o refrão realmente é muito bom.
Parte desse problema é que, novamente, a música não chega aos 3min de duração e assim somos mais uma vez roubados de um clímax realizado por ponte + último refrão. Também acho que o instrumental, embora bom, não vai pra lugar nenhum e talvez seja por isso que as estrofes me soam tão sem sal em comparação com o refrão, porque ali é onde todo o esforço está. Não fica na minha playlist de verdade, mas ocasionalmente o refrão toca na minha cabeça do nada e fico “putz, verdade essa música né”.
Por pouco o segundo comeback deles, Over The Moon, não ganhou um parágrafo com a mesma reclamação porque o refrão/pós-refrão é a melhor parte da música, mas por agora acabei ouvindo mais e gostando um tantinho mais das estrofes do que aconteceu com Deja Vu. Então é isso ai.
Jimin — WHO
Essa foi uma surpresa até pra mim. Desculpa. O que aconteceu foi que os tais joguinhos de k-pop, sempre na cena do crime, obviamente conhecem uns 4 grupos só então tem BTS até não poder mais, então obviamente o refrão dessa tocava bastante, e eu e meu irmão apenas nos olhamos e ficamos…. será que…. é boa… como parece? Seguramos na mão um do outro e fomos ouvir…………………………….. E é boa. I hate it here.
Ela ela uma música que foi lançada, nada de extraordinário, mas ela funciona do começo ao fim. Obviamente tem o problema clássico que é quem canta, e eu queria muito que a Hybe simplesmente pagasse um professor do canto pro Jimin conseguir sustentar o registro alto que tem ao invés de pagar extra no autotune que em vários momentos deixa o cara ali junto do JYP. É simplesmente ridículo. MAS ENFIM. Tirando quem canta, it’s good! E vou até dizer que dava pro registro alto do Jimin permanecer aqui se não fosse todo o resto!
Tem uma vibe meio musical e provavelmente foi isso que me pegou, e também o fato que por um momento ela me lembrou a icônica One In A Million, o que me arrancou uma gargalhada sincera. Eu tava tentando descobrir se tinha uma sample por aqui, mas aparentemente não tem, mesmo que aquele piano seja quase um i’m blue da ba dee da ba da. O violino também achei de bom gosto. E é meio que isso ai! Um plot twist, que não fica na minha playlist de verdade, mas me deixou meio xaropinho falando rapaaaaiz.
Dito isso, Junji, por favor, faça um cover dessa pra eu poder ouvir.
Salves extras:
HUI — Hmm Bop
O Hui é um querido, mas esse debut solo dele foi tão…. Uma música que foi lançada, né? Queria poder lembrar dela pra decidir se queria gostado mais, e meio que é sobre isso. O mini-álbum tem toda essa mesma vibe, mas tenho salves para Cold Killer e A Song From A Dream. Mas um beijo pro Hui.
TWICE — One Spark
Da série “músicas que existem” o TWICE mandou essa aqui que é uma música bonitinha, mas não faz nada mais do que existir, mas sempre que toca em joguinho é bem burniiiiing burniiiiing burniiiiiing.
Jennie — Mantra
O instrumental é basiquinho, mas é bom. O problema mesmo é todo o resto. Não diria que defendo, mas o instrumental me convenceu uns 5% sobre essa.
Yeonjun — GGUM
Música ruim, mas o Yeonjun é carismático então às vezes quando aparece em algum lugar até dá pra deixar tocar. Mas ai, ruinzinha, né? Pois é.
(G)I-DLE — Super Lady
Existe algo no instrumental que, de fato, lembra um pouco músicas das gerações passadas, mas né… É. O mini tem duas músicas boas (Revenge e Doll), mas ai é o I-dle sendo I-dle, e etc etc.
Yuqi — Drink it Up
E por falar no I-dle, a Yuqi continua sendo a maior do grupo, mesmo que esse comeback de Freak não tenha sido grande coisa. Drink it Up foi a b-side que mais gostei, embora eu também já não me lembre mais dela.
Kwon EunBi — SABOTAGE
Torcendo pra querida sair dessa empresa fundo de quintal e lançar um Underwater 2.0. Sabotage começou bem, mas meio que não foi pra lugar nenhum e virou um bopzinho esquecível. O que é triste, porque potencial a Eunbi tem.
New Jeans — Bubble Gum e ILLIT — Cherish (My Love)
Sendo sincera, não ouvi a música do ILLIT inteira, e provavelmente não ouvirei, mas ela tem o mesmo efeito que Bubble Gum pra mim: o refrão é bom. E eu juro que foi sem querer o fato de ter colocado justo esses dois grupos juntos, mas é só porque ambas tem o mesmo efeito. E talvez TXT poderia estar aqui junto, mas é o que é.
Treasure — King Kong
Não é uma música ruim, mas um Monsta X do Walmart. Mas tá tudo bem, todo mundo tava com saudades dos Monek nesse período de alistamento deles.
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