Olaaaaa galera, turo bom? Como uma pessoa que gosta de retrospectivas, nada mais justo que tentar fazer uma aqui para a newsletter que, com sorte, voltará a vida neste ano. O único problema talvez é que eu sou meio lelé da cuca e sempre demais, então as coisas meio que saíram do controle, e tem uns três posts sobre o assunto nos rascunhos….. bom, acontece, né? Rsrs.

Ao contrário do último post do gênero feito milênios atrás, desta vez praticamente não temos grandes categorias, já que 2025 foi um ano complicado para as minhas anotações engraçadinhas (e para a minha memória), então eu mal lembro o que pensei em separar, e talvez seja melhor começar mais devagar e geral, né? É. Disse a pessoa com 3 (três) posts de retrospectivas. Enfim, né, aqui tem algumas categorias, a parte dois vai ser focada nas músicas título e b-sides e o terceiro post vai ser sobre os álbuns.

Mesmos avisos de sempre, porque o ano muda, mas eu não. Rankings são construções sociais, tecnicamente existe uma revisão de texto, os links estão no aleatório, as regras do porquês não é real e não pode me machucar e o post ficou grande pro e-mail, tem que ser na web. É isso. Boa sorte.

Lily (NMIXX), Woongki (AHOF), EJ (&TEAM) e Dayoung (WJSN)

CATEGORIA: TRIPLO S (Surpresa, Salve e Sisqueci)

Surpresa!

Baekya — Kitsune
Acabei ouvindo por curiosidade com o título dela, coisa que acontece ocasionalmente nos lançamentos do mês. E foi bom que decidi dar play ao invés de só pular, porque Kitsune foi uma boa surpresa. É uma música meio calminha e meio mágica, me faz pensar em uma raposa em um joguinho de aventura/descoberta, sabe? É uma música adorável.

Double 0ne — On the Rock with Kiss
Não sei muito sobre o Fantasy Boys além de uma música que achei boazuda (Potential), mas sei que o BAE173 é um ótimo grupo e, mais importante, sei que a PocketDol é uma piada. Então não sei onde exatamente fiquei surpresa ao saber que a PD fez a patacoada de juntar estes dois grupos em um grupo novo depois de ter mandado metade deles pra outro reality show (na China agora, pra dar uma diversificada). É o nível de palhaçada esperado dessa empresa fundo de quintal. E o fato da música ser boa não é tão surpresa assim, porque o BAE é um grupo bom e etc etc. Então, é. Meio que não queria ter gostado, mas a música é um latino come quieto bem gostosinho então acabei gostando. Ai ai. Liberdade pra galera da PocketDol, por favor.

THE MIDNIGHT ROMANCE — BLIND / LOVE ME / I Love You Baby
Tal qual Kitsune, acabei deixando no doc de kpop só pelo nome. Mas, quando fui pesquisar, tinha um cabeludo na thumbnail do vídeo, então sabia que teria algo ali só pelo meu histórico com cabeludos. E! É! Bom! The Midnight Romance é uma banda, e o cabeludo é o vocalista chamado Minue (descobri porque fui dar uma olhada na banda para confirmar que era banda mesmo, ok). Ouvi o total de umas quatro músicas deles só, mas gostei bastante. Eles tem uma pegada meio old school, me faz pensar que eu ouviria fácil na MixTV, principalmente Blind. Achei 10/10, então fica a recomendação.

Baekho — RUSH
Confesso que desisti de entender a verdadeira linha do tempo de lançamento do Baekho, porque às vezes aparecia que ele tinha lançado coisa, mas não lançou, depois aparecia coisa nova em outra data. Então admito que fiquei com preguiça, a vida tem dessas. Em um desses momentos que marcava que ele tinha música nova e realmente tinha algo, foi que Rush apareceu. E, oh. É uma música meio psicodélica, mas é bacaninha. Não necessariamente meu estilo ou algo que eu volto com certa frequência, mas aproveito enquanto toca, principalmente porque algo aqui me lembra de Anjos da Noite.

Pabllo Vittar X NMIXX — MEXE
Não era com o NMIXX que eu torcia para uma colaboração com a Pabllo, mas não é que funcionou? Assim, funcionar de verdade só um tempinho depois que a música foi lançada, porque Mexe é uma música crescedora. Muito contida no funk, mas liberal o bastante para ser aproveitável. Foi uma boa surpresa, adoramos quando os artistas se encontram e aqui até dançaram juntas! Cinema poético! Foi bom, acho que poderia ter sido melhor, mas o importante é que deu certo o novo capítulo da união Brasil x Coréia.

Sons of Madam — Answer Is You
O Sons of Madam é um dos debuts do ano, e quase pulei tudo deles, mas mais ou menos na terceira vez que via o nome deles na lista de lançamentos resolvi dar play, e eles são bons! As músicas são mais lay back e tudo é mais do lado “bonitinho” da força. Bons vocais, os instrumentais são bons, mas nada que tenha realmente me cativado, por isso tem só uma música na lista porque é a que eu lembro mais. Esse texto ficou meio qualquer coisa, mas eles são bacanas, prometo.

&TEAM
O &Team é o grupo da empresa do anti-cristo que todo mundo deveria ter prestado atenção ao invés do surto coletivo que tá sendo o Cortis neste ano. O grupo japonês teve seu debut coreano em 2025, mas desde metade de 2024 eles não erraram nos lançamentos. O que é ótimo, considerando que eles tem a lore dos lobos do multiverso da galera, que tá muito melhor que a dos vampiros já que o Enhypen por agora só acerta música em uma b-side por comeback, se tivermos sorte. Não faço ideia da lore deles, mas meu salve das músicas vai mais para Deer Hunter, Go In Blind, Lunatic e Run Wild. Vamos aproveitar até a Hybe fazer o que faz de melhor que é estragar tudo. E essas coreografias? Cinema poético.

Rolling Quartz — Masquerade
O Rolling Quartz é uma banda que merece mais. As meninas vivem mantendo o rock vivo junto do conceito dark de k-pop, e embora eu não fique realmente presa nas músicas delas, elas são boas. Eu já sabia que Masquerade seria boa, mas o que me pegou é a camada old school do som. Meio Korn, acho. Não estava esperando essa, e eu não vou lá no Korn de verdade além de umas quatro músicas aleatórias, então não me marquem nessa, foi só pra apontar a vibe de música de quando eu era adolescente.

AMPERS&ONE — I’m Down
Eu quase perdi esse bopzinho aqui, porque não lembro o que ouvi do Ampers&One que foi uma música que existe, então fiquei com preguiça deles. Até que parei em um vídeo aleatório de melhores do ano de um canal que vi uma vez só em um compilado de coreografias, e essa música estava lá. E, oh, é boa. É um bopzinho meio latino meio dance anos 2000. No meu coração tenho certeza que estaria em um CD de Summer Eletrohits, então eu sou muito a favor dessa música. Surpresa raiz que quase não ouvi. 10/10.

PLAVE — Chroma Drift
Depois de enrolar para ouvir o PLAVE, finalmente tomei vergonha na cara e dei play. E nada me prepararia para Chroma Drift, que é basicamente uma balada Spandau Ballet. Mais uma surpresa raiz. É uma baladinha bem gostosa de ouvir, o que ai já não é surpresa considerando o conceito Spandau Ballet, mas uuuuh delicinha. Não sabia que queria tal coisa, mas queria. O saxofone, sabe? Bom demais.

NOWZ — Problem Child
NOWZ é o nome novo do NOWADAYS, que é o boy group “novo” da Cube. Eu tinha ouvido só uma música deles e decidi que era o bastante (acho que foi o debut). Não sei o que me deu de dar outra chance nesse comeback, mas oh! É bacana até! E essa foi a minha b-side favorita que lembro da existência aleatoriamente. É um boy crush bem feito, então gostei. Ela também é um pouco chicletinha e a coreografia é muito boa, então Problem Child foi uma ótima experiência.

ARrC — accident ~ at the studio
Meio que quase igual ao NOWZ, eu vi o debut desse grupo e decidi que era o bastante, me contentando só com o fato que tem um meio brasileiro aqui no grupo que é irmão mais novo do Billlie (o grupo, não o menino). Porém, em um dos joguinhos de k-pop que vejo com meu irmão tocou um pedaço da title desse comeback deles e fiquei… hm…. interessante. Então fui ver e este mini álbum é todo bem bonitinho e delicinha? Adorei. Essa aqui foi a que mais ficou na minha cabeça, e eu adoro que ela é bem vibes, além de ter esse nome meio Billlie.

KickFlip — Electricity
O KickFlip é outro grupo que eu ouvi metade do debut e já não quis mais, mas essa aqui também apareceu brevemente em um dos joguinhos de k-pop e fiquei curiosa. No fim, acabei ouvindo todos os minis que eles lançaram no ano e entendi que, mesmo que só Eletricity seja uma b-side boazuda pra mim, todas as b-sides são melhores que as escolhidas para ser as titles. Então há uma esperança para o futuro! Até lá, mesmo que eu mal lembre desta música, eu gosto do contraste vocal e da energia rebolante dela, então tô gostando. É também um tipo de crush quaaaase candy crush, parece um pouco mais divertido do que um conceito crush normal, sabe? É isso. It’s fun.

Salves

Os salves sempre fazem parte integral de qualquer post que faço, já que por algum motivo eu insisto em falar de músicas que não ganharam texto porque eu mesma não quis fazer. Não temos links, porque fiquei com preguiça, mas procurem as músicas, beleza? Não vamos fazer muitas perguntas, só bora ver meus salves da vez:

🌹 Catch The Young — FOOTSTEPS

🌹 SAY MY NAME — Hard To Love (Love)

🌹 INFINITE — Way You Are

🌹 Onew — Animals

🌹 BTOB — Say Yes

🌹 Taeyeon — Panorama

🌹 Suho — Golden Hour

🌹 TEMPEST — In The Dark

🌹 LUNEDI — FACE MYSELF

🌹 S.Coups X Mingyu — 5, 4, 3 (Pretty woman)

🌹 RE:WIND — RE:SET

🌹 The Rose — Nebula

🌹 XngHan&Xoul — Waste No Time

🌹 zzone — Devil’s Jam

🌹 OX:N — YOU / Let Me In

🌹 Odetari — SMB (ft. Hongjoong)

🌹 THE BOYZ — VVV

🌹 NEXZ — Want more? One More!

🌹 XODIAC — Alibi

🌹 HUTA — BORA

🌹 CHUU — Only cry in the rain

🌹 i-dle — Love Tease / Chain

🌹 tripleS — Too Hot / Diablo

🌹 WayV — Eternal White / Sad eyes

🌹 Yves — Do you feel it like I touch

🌹 NCT DREAM — Cold Coffee / Butterflies

🌹 NEWBEAT — F.L.Y (Fu**ing Lovely, Lonely Youth)

🌹 DAY6 — INSIDE OUT / Disco Day

🌹 Yoon Sanha — Bad Mosquito

SISQUECI (aka BOPS ESQUECÍVEIS)

Talvez seja minha memória ruim, um vício em outra música, ou só uma falta de energia chiclete brainrot nas faixas, eu infelizmente esqueço dessas músicas aqui mesmo que elas sejam boas! Faz parte, não é mesmo? Então fica aqui meu salve para meus bops esquecíveis favoritos do ano.

💿 ROCKY — BA BA BYE
💿 RESCENE — Glow Up / Bloom
💿 SF9 — LOVE RACE
💿 BAE173 — Turned Up / One day / What’s wrong? (T-ARA remake)
💿 BSS — CBZ Prime Time
💿 CHANYEOL — Upside Down
💿 Xdinary Heroes — Fight Me / Fire
💿 I.M — Don’t Speak
💿 Kwon Eunbi — Hello Stranger
💿 n.SSign — Itty Bitty
💿 JUNNY — Selfish
💿 PRIMROSE — CINEMA
💿 Yugyeom — Shall We Dance / You Call My Name
💿 Wendy — SUNKISS / Hate
💿 WOODZ — I’ll Never Love Again
💿 JOY — Love Splash! / Unwritten Page
💿 Kang Daniel — One Call Away / Episode
💿 WEi — Not Enouhh / Home / Domino
💿 U-KNOW — Body Language / Set In Stone / Stretch

EXTRA: DE ZERO A HERÓI

Tem as músicas que são bops esquecíveis, e também tem aquelas que crescem e eu gosto depois de um período de tempo aleatório, então queria deixar registrado essas músicas que foram subindo no conceito (que nem eu sei que conceito é, mas detalhes):

CLOSE YOUR EYES — X / To The Woods
ONF — Put It Back
TWICE — This Is For
TXT — Upside Down Kiss
ZB1 — Doctor Doctor

CATEGORIA: FAVES NO MUNDINHO J-POP (E 1 EM INGLÊS)

Basicamente uma sessão de j-pop e comebacks japoneses de grupos coreanos uma vez que eu não tô saindo muito da esfera k-pop por esses tempos, e alguns lançamentos que poderiam vir aqui estão lá no post de músicas faves do ano em títulos/b-sides. Então… é. Mas é uma lista de bops, então vejam aqui de todo jeito.

Enquanto Solo Leveling não é lá tudo isso na história e etc, a trilha sonora está nas mãos de um mestre que mandou Dark Aria em cena de luta, tipo… caralho brother, canetada. Dito isso, não é surpresa que a parte de OST seguiria boa na segunda temporada, e essa colaboração entre a Lisa e o Felix é tão saborosa. O contraste de vocais, o instrumental que vai e volta sem perder a energia que constrói, e o fato que dá pra rebolar ainda… Cinema. 10/10.

Ter ido no show do One Ok Rock ano passado com certeza ajudou que essa música e esse álbum estivessem aqui, mas para além disso essa música é tão… serotonina, sabe? O álbum Detox é todo sobre a situação do mundo e a raiva que a gente sente disso e como isso vai nos impulsionando a tentar mudar e etc, etc etc, mas +Matter é onde a gente lembra da suavidade, da felicidade, da união e de como nossas relações, emoções, afetos e paixões importam, que são impulsos de mudança tão grandes quanto os outros aspectos. É uma música para pular e sorrir, de ouvir com os amigos e tudo mais. E ouvir ela ao vivo foi muito bom. Qualquer uma do Detox poderia ter vindo aqui, principalmente Puppets Can’t Control You e Delusion: All, mas acabou sendo +Matter. Vão ouvir o Detox, um beijo One Ok Rock.

Queen Bee — High Flame / Headless Angel

O Queen Bee é um daqueles grupos que considero pacas, mas que quase nunca vou realmente ouvir sem que uma força externa traga uma música pra mim, simplesmente porque sou uma péssima pessoa. Tentarei voltar com uma postura melhor. Dito isso, os queridos seguem aparecendo pelo mundinho de anime como é o caso de High Flame. Headless Angel, até onde eu me lembre, não faz parte de trilha sonora, mas é um bopzão e a minha favorita da banda neste ano. Um salve Queen Bee querides, vão ouvir que é bom.

As Klebinha simplesmente lançaram uma música Tokyo Drift, então automaticamente ninguém pode falar mal dela. Yum é, tal como o nome sugere, uma delícia. Puramente it’s sweet and yum das ideias. Os lançamentos japoneses do grupo costumam ter um saborzinho diferente dos coreanos, mas eu meio que não esperava uma música dessas. Uma farofa do bem, uma farofa bonita, uma farofa formosa.

Yutinha, meu querido, voltou esse ano com um álbum inteiro só dele e desse vocal bem gostosinho de ouvir que ele tem. Focado ali no j-rock/j-pop rock, e um pouquinho em Tokio Hotel porque eu cismei com isso então falarei todas as vezes, os lançamentos do Yuta são bem bons. Twisted Paradise foi a minha favorita do ano, toda essa pegada de power ballad sofrida combinou bastante com ele e o refrão é delicioso. Ember, que é bem mais rock, também ficou na minha lista, e ela é a música título do álbum Persona, que embora seja bacana acabou não me marcando muito. Esperamos ai que dê tudo certo pro Yutinha mesmo a SM sendo… bem… a SM.

Acompanhar a galera do Exile Tribe é sempre um mini momento, porque os queridos tem uma variedade de grupos e sons que sempre tem uma joia escondida. Uma das minhas favoritas da vez veio da unit Kid Phenomenon. Snakebite é um disco tão gostosinho, perfeito para dançar no meio da sala e se ouvir enquanto limpa a casa, serotonina instantânea. Não cheguei a ouvir o álbum para opinar mais, porque o jeito que os álbuns são lançados no Japão — meses depois da “música título”/single — me confunde um pouco e por vezes acaba passando batido na lista de lançamentos. Mas o importante é que essa aqui é muito boa.

Ainda no grupos dentro do Exile Tribe, o Ballistik Boyz mandou várias músicas bacanas pelo ano, mas acredito que a minha favorita tenha sido All Of You que é uma música dançante, meio latina e meio sofrida. Uma delicinha, a cadência da música principalmente na parte da ponte é bem satisfatória. Não tenho reclamações. Quase um jams sadly, pois nada como rebolar estando sofrendo pelo crush.

Mais um Exile Tribe! E o último também, mas não tinha como não mandar nem um salvezinho que fosse para Paradise do Psychic Fever. Uma delícia de música e serotonina instantânea tal qual Snakebite. As duas músicas são meio que irmãs na sonoridade também, mas aqui é mais funky do que disco (ou talvez Snakebite seja mais funk do que disco também e eu errei). Também não ouvi o álbum e descobri literalmente agora, fazendo esse post que teve MV para outra música… Ai ai, Japão, porque você é assim.

Nunca levo a opinião dos kpoppers online em consideração, porque eles sempre estão errados, então qual não foi a minha surpresa ao ouvir essa aqui e a música ser inteiramente boazuda? Ai ai. Galera ouviu um teaser e quis falar besteira, zero surpresas aí também, então aqui está a minha reclamação sobre esse povo insuportável. ENFIM. Para falar de coisa boa, Rock & Roll é uma delícia. Tem uma vibe de Wannabe, só que mais refinado, sem perder a energia de dançar no meio da sala e ouvir no carro com as amigas. Fica fácil no repeat, e eu gosto de como a parte final do refrão me faz pensar na terceira abertura de Apotecary Diaries pelas palavras utilizadas. Então tudo 10/10.

O Forestella sempre se importa muito comigo, então agora que meu bias do vozeirão Woorim marido da Kim Yuna (um beijo Kim Yuna), voltou e o grupo está completo novamente, eu estava esperando para ver o que seria o primeiro lançamento deles. E foi uma música de princesa. Eles se importam tanto comigo. Um música belíssima, dá para imaginar perfeitamente o vestido brilhante, a valsa de princesa à meia noite. Incrível, perfeito. As harmonias perfeitas, tem brilhinho no instrumental e, ai, é só uma música muito bonita. Obrigada por tudo, Forestella.

CATEGORIA: DEBUTS

DEBUT DE GENTE NOVA

AHOF

Embora este grupo tenha uma cara conhecida que é meu querido Woongki, acredito que o resto do grupo não seja, então cá estamos. Que debut bom, né? Como fico fora da vidinha de reality shows e relativos, os meninos meio que surgiram do nada, mas que bom que apareceram porque eles são muito bons e as músicas são deliciosas.

O debut oficial foi com Rendezvous servindo de música título, e se você é um daqueles kpoppers que ficam o tempo todo falando que os grupos da 4/5 geração perderam o tom melódico, tá aqui o grupo para você prestar atenção. Tem aquela dose perfeita de nostalgia tanto no instrumental quanto no vocal, que automaticamente faz com que nós cacuras +30 lembremos dos bons tempos da vida (seja lá quando foi isso, né). Os vocais e harmonias dos meninos são muito bons, inclusive, e o equilíbrio de tudo é muito bem feito. É o tipo de música que te conquista eventualmente, caso não a faça na mesma hora.

Meu salve especial vai para a b-side Incompleted. Essa música é tão gostosinha de ouvir, e não sai do escopo de música melancólica e old school. O instrumental aqui saiu diretamente dos anos 2000, e embora eu ainda não saiba apontar exatamente o que ela me lembra, mas tem um tiquinho de boy band ‘00 e provavelmente Rainy Days do Beast.

Pinocchio, primeiro comeback do grupo, também não se desvia do caminho da nostalgia, mas ela é um pouquiiiiiinho mais dançante que o debut, eu acho. Tem um oooh ooooh oooooh cantante que alavanca muito o fator chiclete dela, a ponte é uma delicinha, mas a explosão do instrumental no último refrão é a minha parte favorita da música. Simplesmente perfeito. A letra não é tanto sobre isso, mas não consigo não pensar em música de filme coming of age e cenas de abigos sendo abigos, acho um charme.

Posso dizer com toda certeza que estarei no aguardo de novos lançamentos do AHOF, principalmente para ver como eles vão utilizar o conteúdo nostálgico que parece fazer parte do conceito do grupo. Uns ícones, um debut ótimo e um beijo pro Woongki que finalmente tem um grupo, pitico.

Hearts2Hearts

O H2H não é um grupo que fica verdadeiramente no meu radar. Fui ouvir o debut delas bem depois por pura preguiça. Não estava totalmente errada, porque a fórmula NewJeans de falta de sal e tempero ainda não largou o k-pop de verdade, e embora o drop do refrão do The Chase — música de debut do grupo — seja uma delícia, o resto da música é… bom, sem sal. Mas boa. Só sem sal. É uma música que tá ali.

As meninas foram chamando atenção por todo o ano com as novas músicas, e embora eu deteste Style por algum motivo — mas não quis nem voltar para ouvir —, nenhuma das músicas realmente ficou comigo. Para escolher alguma, fico com Focus. Não acho necessariamente sem sal, mas não é o tipo de club music que eu realmente curto, então não tenho grandes opiniões sobre além de ouvir e falar: ah, bacaninha poxa. Então é meio que isso.

Mesmo sem grandes opiniões, dá pra ver que o grupo tem potencial mesmo que elas fiquem nesse âmbito de club music que não escuto. Para mim elas vão adicionando o tempero que faltava no debut aos poucos, o que faz sentido na minha cabeça nesse caminho de amadurecimento das meninas. Elas são adoráveis, ótimas dançarinas e vocalistas, com covers delas impecáveis. Só sofrem um pouquinho do fator New Jeans de sem sal, mas ocasionalmente vão achar seu próprio temperinho que deve dar certo. Um salve do bem para elas.

IDID

Eu não me odeio ao ponto de assistir reality show de formação de grupo, então contei com minha querida Byzinha para me explicar os rolês deste grupo e também a breve treta que já foi resolvida deles. Dito isso, elas são muito bons.

De tudo que lançaram no ano, So G.oo.D foi a minha favorita e também a música que eu mais lembro dentre todas. Mas queria deixar meu salve também para Slow Tide, Taking Off e a música de debut deles que foi Chan-Ran. So G.oo.D, para mim, foi onde o grupo se consolidou com esse conceitinho jovial tão deliciosamente aplicado e serotonina na veia da música. Eles usam outros instrumentais em outras músicas, um bom alcance de estilos mesmo que de forma breve. O IDID também me dá muita impressão de grupo que faz música pra filme musical de adolescente se achando pela vida, às vezes em escola de arte, então sou a favor.

Os meninos são muito fofuchos, um beijo Park Wonbin criança fofa, e muito novinhos. Muito difícil de conseguir carta deles no Superstar Starship. Estaremos por ai de olho no que eles vão trazer no futuro.

KiiiKiii

As irmãs levemente mais velhas do IDID também fizeram seu debut em 2025, e tenho que confessar que demorei mais para ouvir elas do que o IDID, mesmo que ambos tenham sido meio que na mesma época — vulgo o momento de ir tentar atualizar tudo pra fazer as listas de fim de ano, oops. Dito isso, elas também são muito boas, e na maior parte do tempo suas cartas são complicadas de aparecer no Superstar Starship.

Dancing Alone que foi o primeiro comeback do grupo, foi onde elas se consolidaram para mim e o que me impulsionou a ir ouvir o mini de debut das queridas. Eu sou facilmente vendida para músicas de synthpop, e Dancing Alone pega esse gênero musical oitentista e o deixa um pouco mais pop que synth em uma faixa jovial e deliciosa. O dance é bem feitinho e ela é fácil de ficar na playlist e até no replay, mesmo que eu não tenha chegado a fazer tal coisa.

Groundwork é minha segunda música favorita, que é onde elas mantêm a energia de meninas fofinhas, mas que ouviam muito cata o cu da xuxa, e eu simplesmente adorei. O instrumental dessa meio que não vai de verdade para algum lugar, mas gostei de como ela foi construída e cantada. A última música que gostei delas a ponto de mencionar, é o próprio debut, I Do Me. Ela é uma música bonitinha e que tinha tudo para ser mais uma vítima da falta de tempero, mas curiosamente o grupo sustentou muito bem o conceito. Um pouquinho genérica, mas muito gostosinha de se ouvir, é uma surpresa agradável para quem estava esperando algo ruim.

Aparentemente as gatinhas estão abalando em 2026, mas ainda não ouvi o comeback delas, já que eu obviamente sigo atrasada com os novos lançamentos, rs. Mas um beijo para as queridas, elas são queridas.

DEBUT DE GENTE NOVA, PORÉM DEPENDE

Com exceção do XLOV, todo mundo sabe que os melhores debuts do ano são de gente véia de casa sendo solista ou unit de grupos já existentes, e tá tudo bem. É sobre isso também.

Dayoung

Quem não ouviu nem um segundo que seja de body ano passado estava sim vivendo sob uma pedra, e digo isso como alguém que mal entra no twitter que ainda é o centro da fofocaiada. Se você é uma dessas pessoas: melhore. A Dayoung não pintou o cabelo, fez bronzeado, mandou um beijo pra uma foto da Hyolyn dizendo que ia dar orgulho pra véia e foi cuidar de tudo com as próprias mões para este desrespeito!

Mandando o hit do verão em pleno setembro primaveril, a Dayoung debutou solo com um dos — se não o maior — momento do k-pop do ano. Você tinha que tá lá para viver esse momento da querida. Divertida, dançante, bebendo da fonte de música da 2ª geração do k-pop e tudo do bom e do melhor, body é um bop chicletento perfeito que parece melhorar a cada ouvida, mesmo que exista ali algo que te impede de ouvir muito porque dá pra sentir que ela não vive tanto assim. Mas é indiscutivelmente um bop.

Porém, o diamante lapidado para mim das três músicas que a Dayoung lançou nesse debut solo dela é number one rockstar. O instrumental é o ápice da nostalgia, saindo diretamente da trilha sonora daquele filme da Britney Spears que tem road trip. Ou talvez de um filme das gêmeas Olsen. É uma delicinha de música e fico muito satisfeita sempre que toca.

Rainha do marketing, number one rockstar foi a música escolhida para ter várias mini colaborações com diversos artistas, que é basicamente um coverzinho da música onde o artista canta junto da Dayoung. Achei uma sacana de gênio, quero que mais gente faça isso. A minha versão favorita é, obviamente, a do Kihyun, mas também tem com gente do WJSN, com o namorado do Changkyun (ou ex-namorado?? Junny nos atualize do relacionamento, por favor), Big Naughty e Bang Yedam.

Menos com o Yunho, porque ela claramente me odeia. Mas tá tudo bem!

HOSHI X WOOZI

Talvez nenhuma surpresa já que eu ainda ando bem !!!!!seventeeen!!!! das ideias, porém é inegável que a dupla Tom e Jerry mandaram bem nas músicas, então não há muito o que eu possa fazer. A sinergia perfeita deles proporciona muita diversão, já que juntos temos o total de um (1) neurônio funcional.

Pinocchio (nome badalado do ano, aparentemente) é basicamente mais intro do que uma música em si, o que acho um crime claro contra a minha pessoa. O instrumental é uma delícia e dava fácil para ser uma música inteira de vadia misteriosa em um filme com uma pitadinha sobrenatural. A participação do So!Yoon! aqui foi bem bacana. 96ers, a música título, é uma faixa farofenta cheia de referências — tanto musicais quanto visuais no MV. Foi interessante ver como eles ficaram mais no campo de registros vocais baixos nessa música. Ela é uma música crescedora, sendo honesta, não me pegou tanto no começo, mas o comeback rolou junto de Baby Not Baby, então né… é.

Das três faixas do mini, Stupid Idiot é meio que a minha favorita. Chicletenta e perfeita para se dançar no meio da sala, rebolar enquanto se limpa a casa e simplesmente ser feliz. É para nós gostosas e burrinhas ocasionais. Eu adoro os usos aleatórios de comida que o SVT faz pelas músicas, e aqui o “teriyaki” me fez sorrir, é simplesmente intankável. Eles se importam comigo.

Ficarei aí no aguardo para a volta dos queridos do exército e torcendo para que depois a gente tenha a chance de ver mais coisas de cada dupla, em músicas organizadas sem pressa. Um beijo, HxW.

Moon Sua X Siyoon

Acho que essa unit era uma questão de tempo até acontecer, considerando que tanto a Sua quanto a Siyoon são as rappers e liricistas do Billlie. O bom é que realmente veio aí, e embora tenha ficado com um gostinho de quero mais e uma música que até me passa um pouco batido, o importante é que elas são muito boazudas.

Primeiramente, intakável a Siyoon aqui. Ela nem tem idade pra isso, minha gente. É só uma bebê! A Sua está perfeita, e o uso de espadas/floretes deixa bem claro que elas sabem sim quem é o público delas (viadas). A participação do sokodomo é bem breve, mas gosto que ele aparece no MV, mesmo que sem interagir diretamente com as meninas. Snap é uma boa música de gente gostosa chutadora de bundas, com um apito quase pontual aparecendo pelo instrumental carregado por um sintetizador.

Não negarei que mal lembro dessa música, mas sempre que lembro e vou ouvir fico ooooh bacana. Acho que elas poderiam ter escolhido outro tipo de música para o debut que utilizasse mais os talentos delas, mas o importante é que elas se divertiram aqui, né? Pois é. Ainda deu para aproveitar os raps das duas, os breves momentos de vocais de ambas e uma coreografia bem bacana. No aguardo de mais músicas delas, e de outras units do Billlie.

Dreamcatcher: UAU, Dami e Handong

Com exceção da Gahyun que foi seguir o caminho de atriz e a Siyeon que continua trabalhando na imagem de não ser como as outras garotas e debutou só em 2026 com sua banda, as integrantes do Dreamcatcher voltaram a dar as caras em um novo grupo (ou unit, como quiserem chamar) e dois solos.

Começando com o UAU, que tem este belo nome sabe-se lá por qual motivo. A unit é formada pela Jiu, SuA e Yoohyeon e as gatinhas mandaram um mini álbum com quatro musiquinhas. E queria começar dizendo que eu queria muito ter feito essas músicas parte da minha personalidade, mas… são bops esquecíveis. 2 Months é a música título e falta algum temperinho nela que não sei dizer qual, mas provavelmente é sal. É um pouquinho latino, um pouquinho dance e meio que não vai parar lugar nenhum, e ser uma música sem ponte também é algo triste. Porém! Dá fácil para aproveitar enquanto ela toca, é para rebolar a raba e tudo mais, é só um pouquinho esquecível, infelizmente. O MV é interessante, principalmente pela curta parte animada. Elas estão torando de gostosas (Jiu, amiga, um chutezinho só é tudo que eu peço). A coreografia é boa, elas são boas, só não dá para perceber o quão boazudas elas são nessa faixa.

E, por falar em torando de gostosas e coreografia bacana, a única b-side que gostei é Sacrifice que tem um vídeo de performance que simplesmente me matou. É importante que vocês vejam este vídeo. A música é boa, melhor que a música título, e é simplesmente INJUSTO a existência da Jiu. Não dá. [pausa para gritar no travesseiro].

Mudando de unit para solos e fora da ordem cronológica de lançamento, a Handong voltou para a China, fez a própria empresa e lançou música. Ela é muito ícone, caras. A diva mandou Gray Zone de música título de seu mini álbum de estreia solo oficial, que usa o conceito obscuro que ela já conhece bem pelo Deukae. A melhor coisa de Gray Zone é o uso do delicioso registro mais baixo da Handong, que já tem naturalmente uma voz mais baixa, e a sonoridade da sua linha materna, o mandarim, dá um saborzinho extra. É bacana ver ela alternando entre o rap e o vocal mais melódico, e a ponte da música é boa… Mas também é um bop esquecível. Talvez eu seja o problema, mas enfim.

Não sei se GZ tem o que precisa para ser uma música durável, por assim dizer, mas como eu esqueço dela não dá pra dizer que é enjoativa, então vamos olhar pelo lado positivo! O mini dela é bem bacaninha também, mandarei um salve especial para Dreamer que é bem bonitinha e Peekaboo que é um feat com a Dami! Óia só! Dreamcatcher nunca morrerá que elas não vão deixar!

Aproveitando esse gancho da Dami, e falando de feat que vai nos proporcionar um momento de full circle, a gata mandou só uma música de debut solo, mas também fez bem feito. Se juntando com a Yoohyeon, a Dami lançou uma faixa que é prima de segundo grau do ATEEZ, e só por aqui eu já estou deixando claro que ela é ótima. Bem cinematográfica, Conquered Flag não me pegou de primeira, e eu também não lembro dela tantas vezes quanto gostaria, mas é um bop. Os sintetizadores são uma delícia, o vocal da Yoohyeon foi ótimo aqui, mesmo que a Dami saiba cantar perfeitamente bem, mas ela decidiu agradar ao público dela (viadas, mais uma vez) e ficou no rap com seu vozeirão que mata a gente automaticamente.

De todos os debuts do Deukae, para mim o da Dami é o melhor, mesmo que ela não tenha mandado um MV ou uma coreografia para terminar de matar o fandom. O refrão vazio da música é o tal de enxame de abelhas sonoro, mas funciona então é isso! Agora é esperar e torcer por novas músicas. Um beijo para as meninas.

ZOONIZINI

O Astro ganhou outra sub-unit, desta vez com Jinjin e MJ, e o mini álbum deles é uma delícia! A junção do rapper principal com o vocal principal obviamente daria certo, junto do fato deles já se conhecerem bem o bastante para que o Jinjin, metido na produção das músicas do álbum, saiba exatamente o que fazer.

A música título de debut da unit foi Some Things Never Change, e ela é tão bonitinha e gostosinha, sabe? Um verão suave e felizinho, uma música para se ouvir ao pôr-do-sol com o vento batendo no cabelo daquele jeito que te faz pensar que a vida é boa sim. A mensagem dela também é bem bonitinha. O MJ não está tão Maria Gritadeira aqui, mas os vocais dele são deliciosos, principalmente no pré-refrão. Os raps do Jinjin também seguem a vibe mais suave da música, e a explosão casual dela na última parte é a cereja do bolo. Impossível ouvir e não sorrir nem uma vez.

O mini todo basicamente segue essa vibe que a música título dita, mas a minha favorita é New World. Também suave e de alegria doce, essa música é uma serotonina automática. Sabe aquele tal vento no cabelo que faz a vida parecer boa? É isso. Não sei explicar, mas foi paixão a primeira vista. Uma música meio cura onde dói. A linha de cordas dos violinos contribuem ativamente pra isso, mas os vocais são deliciosos e todos os detalhes que vão sendo adicionados ao longo do instrumental deixa tudo bem cinema poético. O refrão é uma delícia, as estrofes são boas com o Jinjin sendo mais vocal que rapper, tem uma pitadinha de acústico MTV na praia, de música fim de show e de música parte de filme coming of age. Apenas 10/10, vão ouvir, chega até a hidratar a pele, aff.

Junhee

Ninguém do A.C.E desaponta (dizendo isso ignorando o fato que o Jiham lançou balada pro debut solo dele que ainda não ouvi, mas não vai desapontar mesmo sendo balada ok!), então zero surpresas que o Junhee lançou apenas bops em seu debut solo. Ele tecnicamente poderia estar na segunda parte do post, mas o Yuchan meio que acabou com a minha vida. Sendo honesta, eu enrolei muito para ouvir o querido, por motivo nenhum, então também não sei se ele cabia no post de músicas do ano mesmo que tudo tenha sido muito bom.

ENFIM. Falando sobre o que importa e começando com Supernova: que delicinhaaaaaa. O álbum de debut solo do querido chama The First Day & Night e cada música tem uma hora do lado representando os momentos do dia, achei super conceitual e interessante. Supernova é 00h, onde a safadeza está permitida e eu já falei que essa música é uma delícia de ouvir? Porque é! Uma misturinha de pop, synth-pop e disco bem dançante e felizinha, chicletenta com seu na na na na no refrão melódico. Apenas 10/10. Pode até não te conquistar a primeira vista, mas do nada você vai estar cantarolando e querendo voltar pra ela. A coreografia é perfeita, o Junhee é um canalha gostoso e ele sabe disso — inclusive teve um momento que ele me lembrou o Lee Soohyuk.

O álbum dele é todo bom, mas só duas b-sides realmente se destacaram para mim. Começando com Umbrella (10:00) que é um R&Bzinho dançante com uma pitadinha de synth-pop, a música é uma delicinha e também tem aquele tiquinho de melancolia pela letra e no fundo do instrumental, mas que no final dá uma sensação meio nostálgica nessa música que, para mim, é felicidade suave. É engraçado dizer isso considerando que a música é de sofrência pós término, mas a sonoridade dela é tão gostosinha e suave então, sabe… Me deixa feliz. Fácil de mandar pro repeat e chicletenta na medida certa, simplesmente um bop.

Já com You Should Come (21:00), eu estava pleníssima aproveitando a música e toda a vibe, mas ai o refrão chegou e fiquei um grande ponto de interrogação porque eu podia jurar que ele tava cantando “fuck”. Ele canta walk, então depois de uns 10 minutos rindo dessa situação, voltei a prestar atenção na música em si. Ela tem a mesma vibe de Umbrella, só que sem a melancolia e a nostalgia do rolê, aqui é só uma cantada pro crush que te deixa dançando no meio da sala. Ou seja: perfeita, 10/10. Ainda escuto fuck ao invés de walk, e tá tudo bem.

CATEGORIA: NÃO FAÇO IDEIA

Acho que essa categoria poderia ser chamada Na Trave, porque a maioria se encaixa nisso, mas também não sei. A única coisa que sei é não saber. Bora pra última parte do post:

ablume — Echo
As três princesas que escaparam das garras malignas do falecido Fifty-fifty conseguiram voltar com um grupo novo depois de toda a treta. Echo é uma delicinha de música e é bem bacana poder ouvir os vocais das meninas de novo. Meio bop esquecível, mas é um salve do bem por aqui.

☆ ifeye — Nerdy / r u ok?
O ifeye ganhou esse textinho porque acredito que o grupo tem um potencial interessante. Até o momento, elas meio que são uma junção de H2H e KiiiKiii, puxando um pouco mais para o lado KiiiKiii da força que é o uso de um leve tempero surpresa nas músicas. O potencial delas, para mim, é a chance de fazer uma virada estilo o tri.Be que entregou todo o mini álbum W.A.Y e Diamond. Não sei se alguma coisa aqui faz sentido, mas é isso ai. As musiquinhas delas são bacaninhas, Nerdy é prima de Ditto do NewJeans (que é a melhor música delas, inclusive). Já r u ok? puxa mais para o conceito candy crush e também é bacana. E meio que é isso.

Re:Hearts — Reborn
Mal me lembro dessa aqui, mas ainda penso que vale um salve para esta humilde banda co-ed. O vocal da menina, única vocalista ao que tudo indica, é ótimo e é uma banda que automaticamente traz vibes de música de anime, então não estou realmente reclamando. Algo para se ficar de olho, provavelmente.

USPEER — ZOOM
Eu estaria mentindo se dissesse que lembro dessa música, mas por algum motivo ela está aqui e não na categoria de bops esquecíveis. Acho que Zoom tinha grandes chances de dar errado nesse candy crush mais crush que candy, mas felizmente deu certo. A música é bacana, eu só não lembro dela, então ficarei no aguardo de algo das meninas (que na maior parte do tempo eu não lembro que é um grupo que existe mas! detalhes!).

TRENDZ — Chameleon
O TRENDZ quando entendeu o que tinha que ser feito nunca mais errou, mas nenhuma das músicas deles fez parte da minha personalidade igual Nightmare, então sigo no aguardo deles lançarem essa música de novo. Até lá, temos Chameleon que é uma música para ser feliz e se divertir, com rimas engraçadinhas e meio chicletentas e uma ponte boazuda. Eles serviram, então vão ouvir os queridos.

☆ ONEUS
Por um tempo IKUK ficou presente na minha playlist, mas depois foi sumindo e eu só lembrei do ONEUS de novo com o comeback de X, e pelas b-sides só Bad (synth/city-pop!!) me chamou a atenção. Não que seja culpa deles, aqui acho que foi minha cabecinha falhando mesmo. Queria que IKUK fosse parte da minha personalidade principalmente pelo dance break com música clássica! Mas ela é uma música ótima apesar da minha cabeça de vento. X é um pouco mais bagaceira em comparação com IKUK, mas é um crushzinho com classe bem delicioso então vale demais a ouvida, porque eles não erram e em X estão mais uma vez fazendo tudo que podem já que o Seoho teve que ir pro exército. Que lili cante logo e que o futuro deles seja melhor, porque eles são bons demais pra isso, caras.

Stray Kids — Do It
Embora tenham demorado um pouquinho para acertar no comeback deste ano, os SKZ finalmente mandaram Do It aos 45 do segundo tempo e pense numa farofa do bem bem delicinha que é essa música. Do it do it do it do it que obrigou todo mundo a usar vozeirão, uma coreografia meio girly e meio putífera, um instrumental rebola raba, e o Bangchan e o Lino estourando de gostosos. Meio que não tinha como dar errado. É um bop farofada.

☆ RIIZE
O RIIZE neste 2025, para mim, foi uma coisinha curiosa. Veja bem, eu sempre tive uma preguicinha de parar e acompanhar eles direito, mas acabei ouvindo os álbuns neste ano e achei tudo muito bom, a maioria em negrito no meu doc de kpop, o que significa que basicamente favoritei essas música, mas… é como se tivesse algo faltando? Não necessariamente um bop esquecível, embora algumas das músicas eu realmente já não lembre mais, mas é tipo... É muito bom, mas não para o post de melhores álbuns, ou de melhores do ano em titles/b-sides, mas também não tão baixo quanto só um salve. É confuso na minha cabecinha, então se nem eu entendo não espero que alguém entenda, mas queria por pra fora. Passado por este parágrafo gigante e provavelmente desnecessário, queria dizer que amei o fato que alguém do grupo assistiu Fame (o musical) e quis lançar não uma, mas duas músicas que poderiam ter saído de lá. Fly Up e Fame são músicas de musical e você é livre para estar errado caso não concorde. O álbum Odyssey é bem bacana, e as que mais se destacaram para mim foram Bag Bad Back (uma música do NCT!), Odyssey, Ember to Solar e Another Life. O maior lançamento deles, entretanto, é Something in the Water. E tenho dito.

VERIVERY — RED (Beggin’)
Nada foi tão engraçado quanto o momento que dei play nessa pensando “nossa, essa cadência faz lembrar muito o Beggin’ lá que o Maneskin fez o cover né” e exatamente 5 segundos depois vir o i’m begging, begging yoooooou. Que bom que acertei, não é mesmo? Top momentos da minha carreira ano passado. Enfim, é um bop e eu adorei a interpolação (ou sample? nunca lembro a diferença). O VRVR também é um grupo que sofre mais que Juliette, o que é óbvio que aconteceria já que eles não apenas debutaram no mesmo dia e ano que o ONEUS, mas também são da Jellyfish, esse quiosque de empresa. Um bopzinho do bem, mas esquecível, e tá tudo bem que o importante é que eles estão de volta e o Kangmin tá tão crescido, meu Deus.

Jo Yuri — Overkill
Lembra quando a Yena lançou Wicked Love que é uma música da Britney Spears? Foi meio que isso que a Yuri fez em Overkill, então já dá pra saber que é um bop sem defeitos. Mesmo que não seja exatamente Britney Spears, existe uma grande vibe de diva pop anos 2000 aqui nessa música e não aceito outros argumentos. Overkill é um pouco mais obscura, inclinando-se mais para para algo meio femme fatale. Quase não escuto essa, mas toda vez que lembro que ela existe é simplesmente uma delícia de ouvir.

MINHO — TEMPO
O Minho não costuma errar, já que tudo que ele tem de gostoso ele tem de talento, e suas escolhas musicais sempre são bem-vindas. Acho que a única coisa errada foi Tempo ter saído em meados de dezembro, deveria ter sido lançada em outro mês pra dar tempo dela viver em 2025, sabe? Mas enfim, o importante é que Tempo é um R&Bzinho bem delícia e ai, boa demais.

BM — Ooh
Confesso que fui ouvir esse lançamento solo do BM já esperando desgostar de tudo, mas fui surpreendida que o mini era do bem. Enquanto Freak, música título que é um feat com o B.I (que vai aparecer aqui também), é boazuda, foi Ooh e sua safadeza dançante latina que me conquistou meio que na surdina. Assim como praticamente todas as músicas dessa categoria aqui, eu esqueço que ela existe na maior parte do tempo, mas sempre que acaba aparecendo é um oooh boa. Então é sobre isso.

fromis_9 — Like You Better
O mundo é um lugar melhor agora que o fromis_9 voltou, mesmo que em uma configuração menor. As meninas continuam perfeitas e Like You Better é uma delícia de música, serotonina instantânea. Aproveitando o MV, essa música é meio que necessária em qualquer playlist de verão, festa na piscina com os amigos e road trip também com os amigos! Queria lembrar dela mais vezes, mas não muda o fato que ela é boa e feliz!

DK — Happy Virus / Joshua — Fortunate Change
Surpreendendo ninguém, olha Seventeen aparecendo! Estaria mentindo se dissesse que o Happy Burstday é um dos álbuns do ano, porque não é tudo isso, mas algumas instâncias dele são perfeitas. Este texto aqui é basicamente só um salve especial, porque embora essas duas músicas sejam parte das minhas favoritas do ano, não são tãããããããão assim para ganhar textinhos separados. O DK em Happy Virus faz exatamente o que o título da música sugere, é impossível não dar um sorrisinho que seja. O vocal perfeito, uma felicidade suave e um solo muito do bom do querido! Sempre acho que o DK merece mais do fandom, e mantenho esse pensamento. Já o Joshua, que está na minha listinha de bias line, lançou Fortunate Change que também é uma música de felicidade suave, com uma pitadinha de synth-ballad anos 80 então: foi pra mim. Ele se importou muito comigo nessa música, tem até saxofone, sabe? Ícone. Bom demais ser fã.

Baekhyun — Elevator
Quando finalmente ouvi o comeback do Baekhyun pensei que viraria parte da minha personalidade, mas eu subestimei o poder que Pineapple Slice ainda tem sobre mim, então Elevator ficou ali no limbo da minha memória. Ela é muito boa, tal qual esse álbum todo do Baek que não tem nem uma faixa pulável como sempre. Apenas 10/10 vão ouvir o querido que esse vocal com essas músicas R&B sempre é uma combinação perfeita!

Cha Eunwoo — Saturday Peacher
O Eunwoo escolheu uma música carregada no disco bem delicinha, perfeita para se dançar na sala de casa. Meio chiclete com suas repetições, eu não entendi totalmente porque ela deu uma sumida da minha cabeça, mas o que importa é que é um disquinho delicioso que vale demais o play, junto da b-side Sweet Papaya que vem nesse mini álbum.

☆ B.I
O B.I fez a primeira instituição de “Muito bom, adorei! Nunca ouvi” em 2025. É impressionante como o álbum inteiro tá anotado no meu doc de kpop, com quase todas as músicas com um tipo de marcação (favoritado ou Gostei com G maiúsculo), e mesmo assim… Zero memória. A única coisa que eu lembro de verdade é que o álbum Wonderland é bom porque todas as músicas me passaram o sentimento de música de parque de diversões, que meio que segue a música título que chama Ferris Wheel. Então basicamente esse é o meu comentário.

☆ E’LAST
Já o E’LAST teve um álbum todo que bateu na trave. O Versus é bom, mas em todas as músicas parece que ficou faltando algo. Eu ainda sou muito viúva do estilo musical que misturava o clássico nos comebacks deles, então talvez seja por isso, mas… sei lá. Vale o play, mas eu diria que tudo é um bop esquecível.

☆ BoA
Mais um momento que eu queria muito que tivesse virado parte da minha personalidade, mas infelizmente não virou, é o álbum Crazier da BoA. Gostei bastante de basicamente todas as músicas, a música título que tem o mesmo nome do álbum também é bem boa, mas meio que foi só isso. As b-sides What She Wants, Hit You Up e Don’t Mind Me foram as minhas favoritas, e eu lembro delas um pouquinho só, mas saibam que a BoA não erra! Obrigada!

Sunmi — Cynical
Embora Cynical não seja uma música que mude vidas assim como o resto do álbum, a faixa é uma delicinha meio oitentista e ainda tem conceito Halloween com diversas referências à filmes de terror! Sabe! A Sunmi merece mais, tanto da empresa dela quanto dos kpoppers que passam o dia enchendo o saco na internet. Melhorem! Mas enfim, Tuberose e Sweet Nightmare foram minhas b-sides favoritas, então fica o salve para elas também.

☆ Kim Jaejoong — Last Vow / Goal In
Quase pulei este comeback por preguiça, mas acabei decidindo ouvir e não estava esperando dois bops, viu? Eu sei que ele é bom, mas o Jaejoong na maior parte do tempo para mim é meio roda a roleta. Goal In é meio música de vadia criminosa, com uma boa linha de baixo que ainda te deixa dançar no meio da sala enquanto o vocal carrega a raiva da letra. Last Vow é uma música toda trabalhada no rock melódico, sem ser exatamente Rock Of Ages, e até agora tô de cara com ela. É muito boa, de verdade, adorei.

Hanse X Laveen — Wake Me Up
Sabe a surpresa com o rock melódico no Jaejoong? O Hanse, que é uma caixinha de surpresas, se juntou com o cantor Laveen em um mini colaborativo todo trabalhado no rock, metal, rock alternativo e ainda ainda pitadinha bem sutil de pop. E, tipo, o Hanse meteu até screamo???? Ok kingo, pop off. É um ícone, e embora eu recomende meio que todo o mini deles, Wake Me Up foi a que eu mais gostei. O Hanse entrega sempre, impressionante.

Highlight — Chains
Essa aqui é um mistério para mim, porque literalmente até a semana passada ela tava na lista de músicas do ano e ai do nada fiquei hmm mas será que é… E tipo, ela é, mas também não é? Então coloquei aqui. Não me perguntem, eu sou doida. Enfim, é um musicão, todo mundo torando de gostoso nessa música de vadia come quieto, e alguma coisa aqui me faz pensar em Monsta X, então Chains é apenas 10000/10. Obrigada por tudo, Highlight.

Reply

Avatar

or to participate

Keep Reading